segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Foto 382: BMW Boys

A foto foi publicada hoje na página em homenagem à Copersucar Fittipaldi no Facebook e os pilotos presentes na foto, que foi feita há 36 anos, Ingo Hoffman, Manfred Winkelhock, Bruno Giacomelli, Marc Surer e Eddie Cheever. Todos estes que faziam parte do BMW Junior Team.
Aparentemente a foto foi feita em Hockenheim.

domingo, 17 de agosto de 2014

Foto 381: Nelsão, 62 anos

E hoje Nelson Piquet completa 62 anos de uma vida muita bem aproveitada. E a foto que ilustra o post mostra bem isso, com ele comemorando a sua vitória em Detroit 1984.
Parabéns, Nelsão!

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Foto 380: Um almoço em Spa

A superioridade italiana. Antonio Ascari conduzindo a sua Alfa Romeo P2 rumo à vitória no primeiro GP da Bélgica, disputado em Spa Francorchamps em 29 de junho de 1925.
Tratou-se de uma luta particular entre franceses e italianos naquela prova, uma vez que apenas a Delage e Alfa Romeo levaram carros para a corrida. A Delage alinhou quatro carros para Albert Divo, Robert Benoist, René Thomas e Paul Torchy. Pela Alfa Romeo, três P2 ficaram aos cuidados de Antonio Ascari, Giuseppe Campari e Conde Gastone Brilli Peri.
Apesar da luta entre estes sete carros terem sido intensa no início, os Delage foram caindo no decorrer da prova com inúmeros problemas: Benoist perdeu um bom número de voltas para tentar resolver um problema no tanque de combustível; Torchy abandonou, enquanto que o carro de Thomas teve um incêndio. Divo foi o único a ficar na pista e dar combate a uma das Alfas - de Brilli-Peri -, mas logo abandonaria.
Tendo apenas os seus três carros na disputa, Vittorio Jano - projetista e chefe de corridas da Alfa - pediu que fosse feito um almoço. Chamou seus três pilotos que entraram para os boxes e assim que desceram dos carros para o já famoso almoço, foram recebidos com vaias e assobios pelo público presente. Com os carros devidamente limpos e pilotos satisfeitos, eles retomaram a prova que foi vencida por Ascari, com Campari em segundo e Peri em terceiro.
Apenas mais uma das folclóricas histórias do automobilismo.

GT Battles: Manfred Winkelhock vs Hans Joachim Stuck, Donington Park 1979

Foi uma prova que não contou pontos para o campeonato da BMW M1 Procar de 1979, sendo que esta levou o título de "Gunnar Nilsson Memorial Trophy".
Mas o que marcou mesmo foi o duelo entre alemães, protagonizado por Manfred Winkelhock (Team Warsteiner) e Hans Joachim Stuck (Manfred Cassani Racing) válida pela terceira posição na corrida e que no final, Winkelhock sustentou bem a pressão de Stuck e garantiu a posição. A prova foi vencida por Nelson Piquet (BMW Motorsport).

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Crash: NASCAR

Foram provas disputadas em Trois-Rivières (NASCAR Canada) e em Watkins Glen, esta última válida pela Sprint Cup.
No primeiro as várias capotagens de Xavier Coupal (#77) após um toque de Marc-Antoine Camirand (#88). Na segunda o não menos violento acidente entre Ryan Newmann e Michael McDowell.
Em ambas as situações as provas foram interrompidas e depois retomadas. E sobre os pilotos envolvidos, todos passam bem.

domingo, 10 de agosto de 2014

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Foto 378: 1000Km de Spa, 1972

Foi um belo caos essa largada para os 1000 Km de Spa Francorchamps dew 1972. O péssimo arranque de Arturo Merzario (Ferrari 312PB #3) ocasionou quase um engavetamento. Além de Jacky Ickx, que escapara da confusão por estar largando da pole com a Ferrari #1 e que foi seguido pela outra Ferrari #2 de Tim Schenken, o restante tentou escapar como pôde: o Chevron B19 #10 da dupla John Lepp/ John Gray; o Mirage M6 #7 de Derek Bell/  Gijs van Lennep logo atrás de um Lola T28 de Gérard Larousse/ Hughes de Fierlant; ao lado um De Tomaso Pantera de Herbert Müller/ Guy Chausseuil que está sendo ultrapassado pelo Chevron B21 de John Hine/ John Bridges. Atrás das duas Ferraris, aparece o Porsche 908/03 de Reinhold Jöest/ Willy Kauhsen.
Apesar do péssimo arranque, Merzario ajudou Brian Redman a conquistar a vitória em Spa. A segunda posição ficou com Jacky Ickx/ Clay Regazzoni e a terceira com o Chevron de Hine/ Bridges.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Fim da linha?

E pipocou há cerca de uma hora a notícia de que a Globo não transmitirá a F1 para o canal aberto à partir de 2015, deixando a cargo da Sportv essa função. A notícia foi publicada no site da Quatro Rodas, cujo link não consegui abrir, mas a história espalhou-se rapidamente por Facebook, Twitter, sites especializados e por aí vai... Surpreso com isso? Nem tanto...
Acredito que categoria já vinha definhando há um bom tempo e aquele brilharete do Massa em 2008 e do Barrichello em 2009, foram os suspiros finais da categoria por aqui e depois disso, passou a sobreviver por "ajuda de aparelhos". E eu confesso ter ficado surpreso ano passado quando números de audiência da F1 pelo mundo, indicava o Brasil como o primeiro: nada mais que 50 milhões de pessoas anualmente assistindo a categoria, muito mais que a Alemanha que ganhou nos últimos vinte anos "apenas" onze títulos mundiais. Mas creio que estes 50 milhões também englobam pessoas que vêem por streaming, ouvem pelo rádio e por aí vai... Mas a marca não deixa de ser boa.
Infelizmente, nessa época em que a audiência é a grande atração para as TVs - e também o termômetro para a sobrevivência destas -, a F1 foi nos últimos anos caindo vertiginosamente. A Globo pouco mudou o seu modo de transmitir as corridas: apesar de ter aberto mais 20, 30 minutos a mais de sua programação para fazer um Pré-GP, isso pouco acrescentou. E depois disso a audiência caiu ainda mais. Os treinos classificatórios tiveram as suas duas primeiras partes limadas a partir do GP da Alemanha, pois neste horário o canal levava uma sova das concorrentes. E já haviam aparecido textos especulando que isso já seria uma manobra de colocar a categoria no Sportv no futuro. E caso se confirme o tal boato, as especulações foram certeiras.
Mas será uma boa? Talvez sim. Pelo que leio, os eventos esportivos em canais fechados tem um tratamento diferente. O produto é mais bem cuidado, afinal um público específico estará a postos sempre para assistí-lo. Talvez o aparecimento de um novo "messias", que venha a se destacar na F1 no futuro e vencer, possa alavancar a categoria por aqui novamente. Mas no momento isso é um pouco distante.
Para a maioria que cresceu vendo a F1 na TV aberta, isso representará o fim de um ciclo. Já os demais que gostam da categoria, mas não tem acesso a internet e TV à cabo, será ainda mais complicado. Porém recorro à 1980, quando a Globo desistiu de passar a F1 por causa da audiência, exatamente pela falta de resultados de Emerson Fittipaldi e Nelson Piquet. A Bandeirantes passou a transmitir as provas, Nelson começou a vencer e foi lutar pelo mundial contra Alan Jones. E vendo isso, a Globo comprou de volta os direitos que estão com ela até hoje.
Pode ser que isso aconteça. Mas não por agora e nem tão cedo...

Adendo: Hoje pela manhã foi divulgado no site UOL que a Fórmula-1 continuará na grande de programação da Globo para 2015, indo contra o que foi informado pela Quatro Rodas ontem a noite. 
A emissora tem um contrato com a categoria até 2020 e nela fica expressa a obrigação de transmissão de todas as corridas até lá no canal aberto. 
Sinceramente havia me esquecido de um fato que ocorreu em 2007 quando a Record, vendo que a Globo havia abdicado do GP da Espanha para a transmissão da missa do Papa Bento XVI, que estava por estas bandas, a emissora do Edir Macedo tentou fisgar a F1 para ela usando essa regra. Na época não deu certo...
Mas foi uma bela "barrigada" da Quatro Rodas em divulgar algo assim. Mas também não ficaria surpreso de ter sido uma jogada da Globo em tentar despertar a ira dos fãs e ver qual a reação deles com relação a essa notícia. 
Silvio Santos fez isso algumas vezes ao tirar o seriado "Chaves" do ar e deixá-lo de fora por algum tempo. Isso deixava os fãs em pavor, a ponto de mandar email, fazer telefonemas, atazanar até que o SBT voltasse a transmitir o seriado. Mostrava o quanto que o programa ainda é popular, sendo que os números no IBOPE giram em torno de 6 à 10 pontos. 
Talvez a Globo tenha feito o mesmo e visto que a categoria ainda tem público cativo, resolveu "apagar o incêndio" que se alastrou pela internet.  

Foto 377: Bugatti

O GP que não agradou. A largada do GP da França de 1967 disputado no traçado menor de Le Mans, o Bugatti.
A corrida foi alvo de críticas de pilotos por ser uma pista extremamente sinuosa e por causa do público, que ficava longe do traçado. Mal sabiam eles, e o público, que aquele tipo de circuito seria comum no futuro.
Jack Brabham venceu a prova após 80 voltas.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Foto 376: Coppa Acerbo, 1938

Tazio Nuvolari e seu Auto Union Type D durante o fim de semana da Coppa Acerbo de 1938, em Pescara. O "Mantuano Voador" marcou a pole position com quase dois segundos de avanço sobre Manfred Brauschitsch e cinco sobre Rudolf Caracciola, que fecharam a primeira fila para a Mercedes.
A corrida teve a influência do forte sol por todas as 16 voltas e isso foi fator determinante para inúmeras quebras. Dos doze carros que largaram, apenas quatro terminaram. O mais grave deles foi o de Hermann Lang, que teve o motor do seu Mercedes W154 estourado e em consequência disso, o fogo consumiu o seu carro. Nuvolari abandonou com problemas no diferencial ainda na segunda volta.
A vitória acabou com Caracciola, seguido por Giuseppe Farina (Alfa Romeo Tipo 312) e Vittorio Belmondo com uma Alfa Romeo Tipo 312 particular. A quarta posição foi de Gianfranco Comotti com um Delahye 145.

sábado, 2 de agosto de 2014

Foto 375: Indy Lotus

Cores diferentes, carros quase iguais. O sucesso da Lotus nos dois últimos anos fez com que os rivais corressem para garantir aqueles pequeninos carros de motor central e deixar de lado os grandes carros de motor dianteiro. A.J Foyt e Parnelli Jones foram um desses e ambos tomaram posse dos Lotus 34 que foram usados em 1964, enquanto a Lotus trouxe três novos carros nomeados de Lotus 38 para Jim Clark, Dan Gurney e Bobby Johns.
Na foto que ilustra o post, Jim Clark lidera o pelotão formado por A.J Foyt, Dan Gurney, Parnelli Jones e Al Miller - que pilotava um Lotus 34 -  durante a Indy 500 de 1965 
A vitória coube à Clark, seguido por Parnelli Jones, Mario Andretti (Brawner/Ford) e Al Miller fechando em quarto. Gurney abandonou na volta 42 e Foyt na volta 115.